Poema de Páscoa - O Sonho de Cristo

Ele queria ver um mundo diferente
Onde o homem fosse sempre coerente
Onde a lealdade priva-se com a honestidade
E existisse verdadeira amizade!

Onde a vida do homem  fosse importante
E o dinheiro, escravo, não dominante
Onde a hipocrisia deixasse de ser autoridade
E o próximo recebesse sincera caridade...

Ele queria ver crianças brincando
E os mais idosos respeitando
Queria que vencesse o altruísmo
Em vez do triste egoísmo!

Queria ver trabalhadores orgulhosos
E não os trapaceiros vaidosos
Queria ver a honra prevalecer
O amor dominar e a esperança vencer!

Podem dizer que este sonho foi uma quimera
Que Ele desejou ver,mas quedou-se na espera
Podem dizer que morreu sem ter visto Sua Vontade
E que seu sonho hoje não é realidade...

Mas, prestem atenção e acabarão vendo
Um rastro de sangue, como um rio correndo
Esse rastro é seu Grande Amor
Que produziu seu Sonho pela Dor!

Nessa trilha secular, milhares o seguiram
No coração o mesmo sonho  perseguiram
Porque onde um verdadeiro cristão existir
O Sonho de Cristo irá sempre persistir!

Joed Venturini

EM TODAS ESTAS COISAS


Muitas lutas vão surgir no horizonte
E quantas vezes minha alma vai sofrer
Quantas vezes vou sentir que neste mundo
A angústia está tentando me vencer

Pode ser que as tribulações me cerquem
Procurando minha alma enfraquecer
E a nudez ou a fome desta vida
O meu corpo venha aqui a padecer


Quantas lutas vão surgir na minha vida
E quantas lágrimas ainda vão rolar
Por palavras e por feitos de outras vidas
Que a tua paz não puderam suportar

Pode ser que as acusações do mundo
Minha mente queiram perturbar
E a esperança do céu que tu me deste
Seja tudo em que eu possa me apoiar

Mas em todas estas coisas eu te Louvarei
Eu te louvarei, Oh Deus, eternamente
Mas em todas estas coisas eu me lembrarei
Que és Rei e Soberano agora e sempre

Joed Venturini  (poema em Romanos 8:35 a 39)

O MENINO DO COMBOIO - poema de Natal


O comboio corria veloz em passo ritmado, rumo ao Norte
Aqueles que dentro estavam se consideravam com sorte
É que lá fora o vento uivava feroz e cortava a respiração
Já dentro, o clima era gostoso devido à calefação

Uma mãe viajava com seus dois filhos no vagão principal
Formavam uma cena bonita, tocante, quase angelical
As crianças ouviam-na contar histórias com atenção dedicada
E a mãe se esforçava para manter a prole concentrada

A história em pauta era a do natal que se aproximava
As crianças sorviam as palavras com o cuidado que a mãe desejava
Nada perdiam de todos os pormenores da narração deliciosa
E a contadora se esmerava nos detalhes, era mesmo caprichosa

Tão concentrados estavam, que nem chegaram a reparar
Num novo passageiro que lentamente se viera a aproximar
Era um menino de pele morena, olhos escuros, ar assustado
Mas que se achegava devagarzinho, claramente interessado

Então, num susto meio alarmante a filha mais nova o notou
Chegou-se à mãe um tanto apavorada e nela se aconchegou
O menino moreno esbugalhou os olhos e abaixou o rosto
Estava acostumado à rejeição, e a olhares de contragosto

Em sua face curtida do sol, do frio e do vento invernal
Apagou-se a luzinha que brilhara de modo pouco habitual
É que a cena daquela família à sua frente reunida
Parecia a resposta de uma prece tantas vezes oferecida


Mas o olhar assustado, a testa enrugada em desaprovação
Recordara o garoto de sua triste, amarga e injusta posição
Não deveria ter saído da terceira classe onde se escondera
Ele e o pai,que já dormia, vitima de mais uma bebedeira

Antes porém que o menino pudesse se afastar tristonho
A mãe recuperou o ânimo e o chamou com ar risonho
Não gostaria ele de se juntar ao grupo para ouvir continuar
A linda história que a pouco se estivera a contar?

E o menino acanhado, mas com novo alento se aproximou
Timidamente se foi sentando e logo com um sorriso se acomodou
A mãe mantinha a filha no colo e o filho à sua frente
Respirou fundo e voltou à história que não saíra da mente


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